Inteligência artificial e chatbots: conheça o ônus e o bônus de uma das maiores tendências tecnológicas
Tecnologia já está sendo amplamente utilizada por pessoas e empresas; no entanto, ainda apresenta falhas com proteção de dados
A inteligência artificial está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Na pandemia de COVID-19, em que o mundo precisou parar para conter a propagação do vírus, os avanços tecnológicos dispararam: afinal, foi por meio da tecnologia que as pessoas se conectaram durante o período pandêmico. E não só: foi uma das maneiras que as empresas também puderam manter o contato com seus clientes.
Uma das novidades tecnológicas que mais estão adentrando na rotina das pessoas é, sem dúvidas, o chatbot. Você com certeza já conversou com um chatbot, seja em um aplicativo ou site.
O chatbot nada mais é do que um robô, alimentado por inteligência artificial (IA) ou por programação regida por pessoas, capaz de conversar como se fosse um atendente humano por trás da tela. No geral, o chatbot funciona de uma maneira assertiva, rápida e tenta agir de maneira quase tão natural quanto a conversa com outro humano.
Hoje, para atender o cliente da melhor maneira possível, os chatbots solicitam algumas informações para os usuários, a fim de identificar quem é a pessoa que está atendendo para executar tarefas que dependem de autenticação.
No Brasil, essa coleta de dados deve respeitar a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), Lei nº 13.708/2018. No entanto, os grandes avanços das inteligências artificiais (mais recentemente, o lançamento do ChatGPT, que usa uma IA generativa) têm gerado preocupações a respeito da privacidade e da segurança dos usuários.
Os perigos de não olhar para a segurança
O ChatGPT, que já é globalmente utilizado, mostrou, pouco tempo depois do lançamento para os usuários, que cometeu erros relacionados à privacidade dos dados de usuários. O Bard, ferramenta de IA generativa do Google, também. Os chats divulgaram informações pessoais, como número de telefone, considerado um dado sensível.
A OpenAI, empresa responsável pelo chat, não se manifestou a respeito desse tópico nem informou como trata informações pessoais nos treinamentos da máquina. O Google, por sua vez, informou que insere medidas de segurança para o treinamento do Bard para evitar que informações pessoais sejam coletadas e fornecidas.
A única maneira de manter seus dados 100% a salvo seria, no caso, sempre excluir a sua conta das plataformas, porém isso tornaria inviável o trabalho de empresas que utilizam as ferramentas. Mesmo as empresas menores como franquias home office podem ser afetadas por essas medidas não tão claras de segurança.
No entanto, as discussões a respeito da segurança e privacidade dos dados devem seguir em pauta nos próximos anos, bem como um olhar para a regulamentação das plataformas e dos chatbots que funcionam com inteligência artificial.
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